COLETA SELETIVA
Tratar da questão socioambiental no Brasil, em especial, da problemática dos resíduos sólidos urbanos, da coleta seletiva e da organização dos catadores de materiais recicláveis, em interface com a ciência geográfica, tem sido um exercício reflexivo árduo. Sobretudo, do ponto de vista de repensar e compreender dialeticamente a produção e o consumo do, e no, espaço e os discursos de sustentabilidade que envolvem a fase ecocapitalista da economia vigente. No final do século XX, a questão ambiental foi inserida nos diferentes debates acerca da relação sociedade e natureza, gerando discussões e tensões de enfrentamento aos ideais de desenvolvimento econômico. Temos um modelo de desenvolvimento alicerçado nas relações capitalistas de produção e consumo e a consolidação da tríade produzir-consumir-descartar. Assim, a grande quantidade de resíduos gerados atrelada ao modelo econômico vigente desconsidera os aspectos sociais e a qualidade ambiental constituindo-se em um dos grandes desafios da contemporaneidade, uma vez que a questão ambiental é a representação mais contundente da crise socioeconômica e imperativa de novas formas de participação social, política e de promoção à cidadania, bem como a força motriz ao surgimento de novos grupos sociais organizados.

Solução: INOFLEX COLETAR

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